A Dapoxetina (ingrediente ativo do Priligy) é o único fármaco criado especificamente para o tratamento da ejaculação precoce masculina e que pode ser a solução imediata para o seu problema. Vamos dar a conhecer as características da Dapoxetina nesta página

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O que é a Dapoxetina?

A Dapoxetina é um retardante sexual que impede a ejaculação prematura ou ejaculação precoce, agregando valor à sua relação sexual, promovendo que ela dure o tempo desejado para os intervenientes. É importante ressalvar que a ação da Dapoxetina é exclusiva para a ejaculação precoce e ela não tem qualquer efeito em homens que possuem disfunção eréctil. É importante que o paciente encontre o diagnóstico certo junto de um médico, de modo a que este possa indicar o tratamento mais adequado.

A Dapoxetina não tem efeito direto no aumento do desejo sexual, contudo ela estimula regiões cerebrais ligadas ao prazer sexual. Desta forma existe uma ação direta na libido e o seu uso permite uma diminuição da ansiedade associada à pretensão por uma boa performance sexual.

Ao tomar Dapoxetina, o indivíduo experimenta uma sensação de relaxamento e a falta de confiança e temores associados ao seu desempenho sexual são determinantemente diminuídos. A eficácia do tratamento pode resultar num aumento de mais de 300% em termos de duração da relação sexual, tendo um efeito que pode ir de 1 até 4 horas. O tratamento da ejaculação precoce não deve ser visto como algo secundário, uma vez que o impacto no seu relacionamento e autoconfiança é enorme. Desmerecer as suas necessidades de realização é não investir no seu bem-estar e felicidade.

Como funciona a Dapoxetina

A Dapoxetina (ingrediente ativo do Priligy) atua através do aumento do nível de serotonina.

Estrutura química de Dapoxetina

Este evento promove um aumento na tensão de vasos sanguíneos que é mantido por um período de tempo mais longo. Na verdade, o início da investigação em torno do fármaco, explorava a sua eficácia contra a depressão. Contudo, durante o decorrer da pesquisa verificou-se uma ação direta na ejaculação prematura. Inicialmente, este facto foi registado como um efeito colateral do fármaco.

Estrutura química de Serotonina

Atualmente sabe-se que o sistema nervoso simpático tem um papel importante na mediação da ejaculação masculina. Como tal, o orgasmo masculino tem origem num reflexo espinal, mediado pelo tronco cerebral. A Dapoxetina atua na inibição selectiva da recaptação de serotonina (ISSR ou SSRI).

serotonin-premature-ejaculation

Desta forma este neurotransmissor pode atuar em receptores pré- e pós-sinápticos, inibindo o reflexo ejaculatório de expulsão. O reflexo ejaculatório ocorre por ação das fibras pós-ganglionares simpáticas que promovem um funcionamento síncrono de vesículas seminais, os vasos deferentes, a próstata, os músculos bulbouretrais e o colo da bexiga. Desta atividade conjunta resulta a ejaculação. A investigação feita em ratos demonstrou que a Dapoxetina modula este reflexo ejaculatório.

Efeitos Secundários da Dapoxetina

Alguns homens experimentam efeitos secundários e/ou efeitos colaterais adversos quando fazem uso de Dapoxetina. Alguns dos sintomas registados são os seguintes:

Efeitos Secundários da Dapoxetina
Náuseas Humor deprimido
Tonturas Dor abdominal
Diarreia Inquietação
Distúrbios do pensamento Hipotensão/Hipertensão Arterial
Problemas Neurológicos Medo

Se está a experienciar problemas prévios com tonturas e, especialmente, quando a tontura é acompanhada de náuseas e alterações de visão é altamente desaconselhado iniciar a toma do medicamento Priligy. Se o paciente tem um estômago sensível ou alterações na produção de ácido gástrico, existe uma probabilidade, ainda que pequena, de sentir náuseas e diarreia.

Se verificar a existência de um ou mais efeitos secundários, contate imediatamente o seu médico, de modo a que possam estudar alternativas de tratamento.

O consumo concomitante de álcool e do medicamento é altamente desaconselhado, uma vez que a Dapoxetina aumenta os efeitos do mesmo. Existem também evidência que, em alguns casos, o fármaco pode afetar a visão e noções de espaço e tempo. Por isso, não é aconselhável conduzir ou operar qualquer tipo de outros instrumentos sob o efeito de Dapoxetina.

Interações medicamentosas com Dapoxetina

A toma de Dapoxetina deve ser feita com cautela e algumas reservas nos casos em que outros medicamentos estão a ser administrados em simultâneo. O uso concomitante de hipericão como acalmante e dapoxetina pode levar a desmaios devido a vertigem grave e, em alguns casos, insuficiência cardiovascular.

Quando existe arritmia cardíaca, a ingestão de preparações que promovam o aumento da tensão dos vasos sanguíneos é geralmente desencorajada. Este facto deve-se a que uma maior tensão pode danificar o coração, levando a um ataque cardíaco. A administração concomitante de fármacos hipertensores pode reverter os efeitos da Dapoxetina, ou levar a uma forte interação e subsequentes com problemas cardiovasculares.

Outros medicamentos/produtos de uso concomitante desaconselhado são:

  • Erva de São João
  • Linezolid
  • Tramadol
  • Medicação contra a enxaqueca

Todas estas interações não devem ser subestimadas, devem ser levadas em conta com cautela e nunca prescindindo de um parecer médico.

Contra-indicacões da Dapoxetina

É fundamental que a toma de Dapoxetina seja conduzida apenas por indivíduos saudáveis. Se existir alergia ou intolerância à substância o medicamento deve ser interrompido imediatamente. No caso de existência de doenças prévias (doenças de coração ou circulatórias) o seu uso é altamente desaconselhado. Confira uma lista de problemas que impedem a toma segura de Dapoxetina:

  • Doença cardíaca (por exemplo, insuficiência cardíaca e doença cardíaca valvular)
  • Insuficiência renal grave
  • Depressão
  • Tendência de queda súbita na pressão arterial

Antes de tomar uma decisão sobre o tratamento para a ejaculação precoce, é aconselhável consultar um profissional médico e esclarecer a causa do problema. Deve ser analisado qual é o gatilho do problema: pode efetivamente ter uma base orgânica e física ou pode advir de questões emocionais e psicossomáticas (mais comum). Por todos estes motivos, a análise clínica é essencial.

Se não existe evidência de nenhuma contra-indicação prévia conhecida, antes do tratamento, o médico deve esclarecer totalmente todo o histórico do paciente. Convém ainda lembrar que a toma não é recomendada em casos de lesão hepática ou insuficiência renal, bem como na presença de síndrome do intestino irritável ou problemas gastrointestinais conhecidos.

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Fontes: