Consequências de saúde do Excesso de peso e Obesidade

Consequências de saúde do Excesso de peso e Obesidade

A obesidade é uma doença caracterizada pelo excesso de tecido adiposo – células com gordura – no corpo levado a um limite tal que leva a um impacto direto na saúde com consequências graves para o organismo.

Trata-se de um dos maiores problemas de saúde pública do mundo, e a Organização Mundial de Saúde estima que no ano de 2025 cerca de 2,3 biliões de adultos e 75 milhões de crianças tenham excesso de peso se nada for feito até lá.

Infelizmente, neste caso Portugal encontra-se acima da média europeia: em 2014, 16,6% dos adultos em Portugal sofria de obesidade (sendo a média europeia de 15,9%), incidindo mais sobre as mulheres do que sobre os homens no nosso país. Olhando para as faixas etárias verifica-se que, em Portugal, a obesidade é mais frequente entre os mais velhos.

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Causas da Obesidade

A causa mais frequente da obesidade é na verdade bastante simples: trata-se de um desequilíbrio entre a energia consumida (através da alimentação) e a energia despendida (tarefas do organismo e exercício físico) pelo corpo.

A manutenção deste equilíbrio não tem de ser um desafio diário nem monitorizado à caloria, mas sim um equilíbrio geral, prolongado no tempo e desde a infância.

O desenvolvimento de hábitos de vida saudáveis desde a infância é, por este motivo, um fator importante para a não prevalência da doença na idade adulta.

Índice de Massa Corporal:

O Cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) é a ferramenta mais usada para determinar o peso ideal, sendo que quando este se encontra acima do valor normal a pessoa apresenta excesso de peso.

A OMS estabelece a seguinte classificação de categorias de peso:

  • BMI <18.5 kg / m² = Abaixo do Peso
  • BMI from 18.5 to 24.9 kg / m² = Peso Normal
  • BMI> 25 kg / m² = Excesso de Peso
  • BMI 25 to 29.9 kg / m² = Pré - Obeso
  • BMI> 30 kg / m² = Obesidade
  • BMI 30 to 34.9 kg / m² = Obesidade tipo 1
  • BMI 35 to 39.9 kg / m² = Obesidade tipo 2
  • BMI> 40 kg / m² = Obesidade tipo 3 (Obesidade Mórbida)

O cálculo do índice de massa corporal é indicativo, pelo que uma pessoa que se encontra acima ou significativamente abaixo do seu peso normal deve consultar um médico para fazer alguns exames e verificar qual a melhor opção no seu caso.

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Ter atenção aos primeiros sintomas

Frequentemente os primeiros sintomas são ignorados, – ainda numa fase em que a massa corporal se encontra apenas em excesso de peso, e não em obesidade – facto pelo qual é necessário estar atento e começar desde logo a atuar sobre eles:

  • Excesso de cansaço aquando da realização de normais tarefas do dia a dia como as domésticas, correr para apanhar o autocarro, brincar com os filhos, etc.
  • Roupa que ficou muito apertada ou precisa de ser alargada
  • Gordura localizada à volta da cintura, coxas e braços
  • Peso acima do normal quando se pesa na balança
  • Índice de Massa Corporal e perímetro abdominal acima do normal
  • Dores nas articulações e nas costas
  • Apneia do sono e insónias

Subvalorizados por muita gente, estes sintomas podem efetivamente tornar-se perigosos e ter consequências a longo prazo.

Consequências físicas e psicológicas da Obesidade

As consequências da obesidade a longo prazo são graves, não apenas as físicas como também as psicológicas.

A panóplia de efeitos futuros provocados pela obesidade é grande e, muitas vezes ignorada pela generalidade das pessoas. Os efeitos mais comuns são derivados de problemas cardiovasculares provocados por uma alimentação errada e sedentarismo. Na tabela abaixo listamos alguns deles.

Consequências físicas da Obesidade
Colesterol elevado Sangue espesso
Hipertensão arterial Triglicéridos elevados
Acidente vascular cerebral Embolias
Diabetes Alterações/Doenças metabólicas
Lesões e doenças articulares e ósseas (Osteoartrite)  Distúrbio do sono (Apneia)
Problemas ginecológicos (infertilidade)  Disfunção Erétil

Por outro lado, estudos indicam que a prevalência de determinados tipos de cancro é maior em pessoas obesas, nomeadamente: próstata, útero e vesícula biliar.

De uma forma geral pode-se afirmar, por conseguinte, que a taxa de mortalidade é maior e esperança média de vida menor nos doentes afetados pela obesidade.

Risco de Cancro devido à Obesidade

Consequências Psicológicas / Qualidade de Vida

Quando uma pessoa está num estado de Obesidade, a sua qualidade de vida diminuirá invariavelmente. Deixará de puder fazer coisas que quer fazer mas não consegue, muitas delas que já conseguiu fazer antes de ter esta condição. É normal começar a evitar espaços públicos, ou quaisquer outras actividades sociais com medo de sofrer discriminação e ser alvo de chacota.

Abaixo encontram-se diversas consequências psicológicas e para a qualidade de vida relacionadas com o excesso de peso:

Consequências Psicológicas e de Qualidade de Vida da Obesidade
Depressão Sentimento de Inutilidade/Incapacidade
Problemas no relacionamento sexual Vergonha e Culpa
Isolamento Social Baixa Auto-estima e confiança
Diminuição da produtividade laboral Perda de Humor
Estado de Latência e Infelicidade Distúrbios Alimentares

Estas contribuem para uma dificuldade ainda maior no tratamento porque são a causa de um ciclo vicioso – comer/culpa/depressão/comer para superar a depressão.

Excesso de peso e Obesidade nas crianças

A prevalência da obesidade e excesso de peso infantil em Portugal é preocupante, dado que cerca de 30% das crianças sofrem de excesso de peso e 10% são obesas.

Deste facto decorre de imediato que muitas destas crianças vão ter problemas de saúde cada vez mais cedo, aumentando assim a incidência de doenças como o colesterol ou a diabetes ainda em idade infantil. Nas raparigas a obesidade pode também levar a uma puberdade precoce com perturbações hormonais.

Por outro lado, a obesidade durante a infância causa uma maior probabilidade de gerar um adulto obeso, o que significa que o problema da obesidade tende a crescer de forma exponencial.

Adicionalmente, as consequências psicológicas provocadas pela obesidade infantil não são inofensivas: estas crianças geralmente apresentam problemas graves de autoestima, falta de sentimento de pertença, que levam a depressão e até, por vezes, consequências mais graves como tentativas de suicídio.

Isto acontece porque o ser humano aquando da formação da sua personalidade – na infância e adolescência – está mais suscetível a desenvolver patologias psicológicas nestas circunstâncias.

Estes problemas de foro psicológico, bem como as apneias de sono, insónias e alterações de humor afetam a capacidade de concentração diminuindo assim o aproveitamento escolar das crianças, contribuindo deste modo ainda mais para o agravamento do problema.

As crianças obesas devem ser acompanhadas por um médico com vista à redução de peso e implementação de hábitos de vida saudáveis: alimentação saudável e exercício físico.

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Fontes: