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Disfunção erétil (impotência sexual) após uma vasectomia

A estimativa é que pelo menos 40 milhões de vasectomia já tenham sido realizadas no mundo até 2017. Mesmo havendo um alto número de procedimentos cirúrgicos, existem questões que se tornam polêmicas na discussão sobre a realização de uma cirurgia que interrompe a circulação de espermatozoides no sistema reprodutor masculino.

A maior parte dos homens chega ao consultório sentindo algum desconforto sobre o assunto, principalmente quando se trata de efeitos colaterais. Talvez isso ocorra pela falta de informação, ou mesmo sobre o medo de fazer esse tipo de intervenção.

As dúvidas principais estão relacionadas com a possibilidade de impotência sexual depois de feita a vasectomia, e isso nos leva à informação de que os mecanismos relacionados com a ereção não estão localizados na mesma área que passará pela cirurgia, o que demonstra que não existe qualquer risco de lesão para os nervos relacionados com a potência sexual masculina.

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O que é uma vasectomia?

A vasectomia (esterilização masculina) é um método contraceptivo masculino permanente que, ao contrário de outros métodos contraceptivos temporários disponíveis, não pode ser facilmente revertido.

O método é também conhecido como esterilização masculina, equiparando-se à laqueação das trompas de Falópio aplicada em mulheres, que é outra forma de contracepção permanente, evitando que a mulher tenha filhos novamente.

Embora seja um procedimento que oferece menos riscos do que a laqueação das trompas, em razão da localização dos órgãos que sofrem a intervenção cirúrgica, a vasectomia apresenta o mesmo princípio, impedindo que as células sexuais masculinas, ou seja, os espermatozoides, alcancem o sêmen e, consequentemente, possam chegar à fertilização da célula sexual feminina, o óvulo.

Assim, isto significa que, mesmo depois de ser submetido a uma vasectomia, o homem consegue ejacular normalmente. A única diferente está no fato de os espermatozoides não estarem presentes no sêmen, o que elimina por completo o risco de gravidez.

A vasectomia é um processo muito mais seguro do que a laqueadura das trompas, o que a leva, frequentemente, a ser a primeira opção para um casal quando se trata de métodos contraceptivos permanentes. Muito raramente o homem pode passar por efeitos colaterais ou por complicações depois da cirurgia.

Veja no quadro abaixo a diferença entre a vasectomia moderna e a laqueadura (ligadura de trompas): 

Diferença entre vasectomia e laqueadura (ligadura de trompas)
  Vasectomia moderna Ligadura de Trompas
Método Para o homem Para a mulher
Técnica Reversível Definitiva
Anestesia Local Geral ou raqui
Internação Não há Hospital
Alta Imediata 2 a 3 dias
Custo Muito baixo Alto

A verdade é que, em se tratando do organismo masculino, não existe nenhum tipo de prejuízo ou qualquer vantagem na vasectomia, se formos relacionar a mesma com a performance sexual ou com a potência.

Segundo os médicos, existe até mesmo uma vantagem psicológica que, no entanto, pode apenas acontecer depois de um tempo médio de três meses após a cirurgia, ou seja, o tempo necessário para que os resultados da cirurgia se tornem efetivos.

Depois de confirmada a segurança de não haver concepção, não há preocupação por parte do homem com uma possível gravidez indesejada, deixando-o muito mais confortável psicologicamente, podendo apresentar melhor desempenho sexual. Além disso, há a possibilidade também de haver melhora na libido do homem que passou pela vasectomia, em razão dessa despreocupação.

Como funciona o procedimento da vasectomia?

A vasectomia (esterilização masculina) pode ser realizada sob anestesia geral ou local, muito embora, normalmente, seja dada preferência à anestesia local, já que esta se mostra suficiente para realizar o procedimento sem que o homem sinta qualquer dor ou desconforto.

Depois da anestesia é feita uma pequena incisão no escroto, para localizar os vasos deferentes, aqueles canais que ligam os testículos à uretra. Esses canais são cortados e selados. O selamento pode ser feito por uma sutura ou por eletrocauterização, ajudando a formar o tecido cicatricial, que vai promover seu fechamento. Depois do corte, os vasos deferentes são reposicionados no escroto, suturando-se a incisão.

Confira abaixo o órgão reprodutor masculino depois de feita uma vasectomia:

orgao-reprodutor-masculino-apos-vasectomia

Quais as consequências da vasectomia no homem?

Embora seja um procedimento cirúrgico comum, que envolve apenas o aperto e o corte dos vasos deferentes para impedir a possibilidade de o esperma ser ejaculado juntamente com o sêmen, impedindo a concepção, a vasectomia pode oferecer efeitos colaterais, que podem acontecer em consequência do procedimento, como ocorre normalmente em intervenções cirúrgicas.

Da mesma forma que em outras cirurgias, o homem corre o risco de infecção e de eventos relacionados ao uso da anestesia. Adicionalmente, existem outros efeitos adversos específicos da vasectomia, como os efeitos da cargo-cirurgia.

Na maior parte das vasectomias, a área do escroto irá permanecer sem qualquer sensibilidade por uma a duas horas, em razão do anestésico administrado durante o procedimento. Depois desse tempo, a área ferida pode se tornar inchada, levando a uma dor significativa, que pode ser notada por aproximadamente uma semana.

A dor e a inflamação podem ser reduzidas com a aplicação de bolsas de gelo no escroto, além de medicação analgésica, como o paracetamol que, sendo necessários, podem ajudar a aliviar as dores.

Adicionalmente, é recomendado que o homem procure descansar e não realizar qualquer atividade que exija esforço físico. O uso de roupas íntimas mais largas também ajuda a proteger a área, evitando qualquer tipo de aperto e melhorando o incômodo da região.

O principal cuidado que o homem deve tomar é com relação à higiene, mantendo o local sempre limpo para evitar contaminação, que pode levar a uma inflamação e a dor mais intensa no escroto. No caso de qualquer infecção bacteriana, é necessário utilizar antibióticos de amplo espectro para evitar agravamento da condição.

De forma geral, o homem pode retornar ao trabalho no dia seguinte, desde que não apresente qualquer complicação no pós-cirurgia. Quando se trata de homens que trabalham com atividades mais intensas, exigindo maior esforço físico, o retorno ao trabalho só pode ser autorizado depois de uma semana, para evitar o risco de complicações.

Na maior parte dos casos, o homem pode continuar com suas rotinas normais de higiene, com banho de chuveiro, que vai ajudar, inclusive, na higienização do local, reduzindo os riscos de infecção. Atenção especial, no entanto, deve ser dada ao secar a região genital, fazendo isso com movimentos mais leves para evitar o agravamento de dores.

A vasectomia pode causar a disfunção erétil (impotência sexual)?

O processo de ereção está diretamente envolvido com diversas funções endócrinas e vasculares que, quando alteradas, podem provocar a disfunção erétil. No entanto, uma vasectomia não provoca a disfunção erétil, já que o procedimento não vai interferir diretamente com as funções que determinam a obtenção da ereção.

Dessa forma, pode-se afirmar que a vasectomia, por si só, é praticamente impossível de provocar qualquer dano na região genital que possa causar impotência. No entanto, é importante que o homem tenha em mente que pode decorrer um certo tempo até que o desconforto da cirurgia passe e que ele possa ter novamente relações sexuais normais.

Um número bastante pequeno de homens que passaram pela vasectomia pode experimentar dor contínua depois da vasectomia, e essa dor pode afetar sua performance sexual. Contudo, é uma situação bastante rara, não devendo haver qualquer tipo de preocupação.

Em alguns homens, também de forma rara, pode ocorrer a inflamação do escroto, como resultado do extravasamento do esperma, uma condição que pode ser facilmente tratada.

A disfunção erétil associada à vasectomia é, na maior parte das vezes, decorrente de associações negativas associadas ao procedimento. Por isso, é recomendado que o homem passe por uma avaliação psicológica antes de se submeter à vasectomia, eliminando qualquer motivo que possa levar o procedimento cirúrgico ao medo de castração.

            
  • Opinião da HealthExpress: Não se recomenda que o homem se submeta a uma vasectomia se estiver tendo qualquer tipo de problema de disfunção erétil, resultado de alterações físicas ou psicológicas.    

Retorno às atividades sexuais depois da vasectomia

O homem pode recomeçar a ter atividade sexual normalmente assim que se sentir confortável, o que pode acontecer, de uma forma geral, uma semana depois do procedimento cirúrgico. Alguns homens podem notar que seu sêmen se torna ligeiramente avermelhado nas primeiras ejaculações, mas isso é decorrente da presença de sangue na uretra, sendo considerada uma situação normal, não trazendo qualquer prejuízo.

A vasectomia é um procedimento que não deve interferir com a capacidade da libido ou de levar um homem a ter ereção normal, ejaculando como qualquer outro homem. Contudo, podem haver aqueles que experimentam uma dor suave nos testículos, quando estimulados sexualmente, principalmente no primeiro mês depois da cirurgia.

Um ponto importante a destacar é que o homem deve ser avisado pelo médico que, embora a vasectomia seja um método contraceptivo bastante seguro e confiável, não pode ser considerado completo até alguns meses depois da cirurgia.

Isso acontece em razão de haver algum esperma já presente na uretra, e ele pode conter espermatozoides com potencial de fertilizar um óvulo e provocar a gravidez. Por esse motivo, durante um período que deve ser determinado pelo médico, o homem deve fazer uso de outros métodos contraceptivos, até que seja feito um teste para confirmar que a contagem de espermatozoides é zero, e isso só acontece alguns meses depois do procedimento.

É importante ainda lembrar que a vasectomia não oferece qualquer proteção contra doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, é recomendado que o homem tenha todas as precauções normais quando em contato com novos relacionamentos sexuais, fazendo uso do preservativo.

Em que situações a vasectomia causa disfunção erétil?

Como já informamos anteriormente, em termos de condições físicas é praticamente impossível que a vasectomia provoque diretamente a disfunção erétil no homem que passou pelo procedimento.

Essa condição deve-se ao fato de que a cirurgia não afeta qualquer mecanismo envolvido na ereção, não entrando em contato com os nervos responsáveis pela potência sexual.

No entanto, sempre é possível que alguns homens desenvolvam sintomas psicológicos depois de uma cirurgia de vasectomia e que esses sintomas provoquem impacto em seu desempenho sexual, consequentemente podendo prejudicar sua capacidade de conseguir uma ereção normal.

Dessa maneira, pode ocorrer que alguns homens sujeitos à vasectomia desenvolvam disfunção erétil, mas sempre por qualquer outro motivo, nenhum deles diretamente relacionados com o procedimento cirúrgico.

Embora muitos homens, antes de se submeter à vasectomia, possam se sentir apreensivos sobre os efeitos do procedimento, os casos de vasectomia que resultam diretamente em disfunção erétil são extremamente raros e decorrentes de outras condições físicas.

Confira abaixo mais fatos sobre a vasectomia (esterilização masculina): 

Fatos sobre a vasectomia (esterilização masculina)
  • A vasectomia é um procedimento executado em uma região que não envolve qualquer risco para a potência sexual, tendo o objetivo apenas de impedir o transporte dos espermatozoides pelos vasos deferentes, para que o esperma esteja completamente livre de células reprodutoras masculinas.
  • O homem, depois da vasectomia, continuará normalmente a produzir espermatozoides, que serão absorvidos pelo próprio organismo, além de produzir também o sêmen, que não terá mais contato com o esperma.
  • As pesquisas médicas constatam que não existe uma diferença notável entre as taxas de impotência em homens que fizeram e que não fizeram a vasectomia. A proporção é de 1,9 para 1,7 em cada mil homens, respectivamente. Uma revisão de diversos estudos ainda está em andamento, inclusive sugerindo que a vasectomia, ao reduzir o risco de gravidez, contribui para que o homem tenha melhor desempenho sexual.
  • A relação mais proeminente entre a vasectomia e a disfunção erétil é relacionada com os efeitos psicológicos do procedimento. A esterilização permanente pode fazer com que um homem se sinta menos masculino, podendo provocar um impacto negativo em seu desempenho sexual, o que vai contribuir para que ele desenvolva disfunção erétil.

A disfunção erétil só acontece quanto os vasos sanguíneos na entrada do pênis se contraem, impedindo que os corpos cavernosos sejam preenchidos com o sangue, a substância diretamente responsável pela rigidez do pênis.

Logo depois da cirurgia, o médico deve aconselhar o homem a manter a abstinência sexual, até que a região esteja completamente curada. Depois desse período, no entanto, o homem pode voltar a ter uma vida sexual normal.

Quando o homem está preocupado que o procedimento cirúrgico possa causar qualquer impacto em sua saúde mental e emocional, deve discutir essa preocupação com o médico, antes da vasectomia. Ele irá ajudar a esclarecer qualquer questão que o homem tenha e sugerir outras formas alternativas de contracepção, no caso de alguma dúvida permanecer e poder causar qualquer tipo de problema no futuro.

Uma situação que pode acontecer é de o homem que se submete a uma vasectomia já esteja sofrendo de disfunção erétil por razões que não tenham nada a ver com o procedimento. Nesse caso, independente do fato de a disfunção ser provocada pelo estilo de vida, pelo uso de determinados medicamentos ou de qualquer outro problema fisiológico, o homem deve conversar sobre o assunto com seu médico.

O que fazer em caso de impotência devido a uma vasectomia?

No caso de um homem apresentar disfunção erétil depois de uma vasectomia, é bem possível que hajam outras causas para justificar os seus problemas de ereção. Por esse motivo, é importante consultar um médico urologista para diagnosticar as causas do problema e trazer uma solução para possíveis problemas físicos ou psicológico.

Não havendo qualquer condição subjacente que possa justificar a ocorrência da disfunção erétil, é importante lembrar que o impacto psicológico depois da vasectomia é uma das causas mais prováveis, muito mais do que qualquer causa física.

O tratamento de disfunção erétil causada por motivos psicológicos depois de uma vasectomia pode ser feito com o uso de medicamentos para a disfunção erétil, como os seguintes:

Depois do diagnóstico, o médico poderá recomendar o melhor medicamento que possa trazer uma solução definitiva para o problema.

Fontes: