Doenças sexualmente transmissíveis bacterianas

As doenças ou infecções sexualmente transmissíveis (DSTs ou ISTs), antigamente conhecidas por doenças venéreas, podem ser provocadas por vírus, parasitas, fungos ou bactérias. A transmissão deste tipo de doença normalmente ocorre através do contato direto das mucosas geniais e bucais em práticas sexuais variadas. As DSTs mais comuns causadas por bactérias incluem clamídia, gonorreia, sífilis, micoplasma, uretrite não-específica e ureaplasma.

Na ocorrência de qualquer sintoma de doenças sexualmente transmissíveis, deve-se procurar imediatamente um médico. Atualmente, a maior parte das doenças transmitidas através de relações sexuais pode ser tratada facilmente. A falta de cuidados necessários, no entanto, pode provocar sérias consequências para o paciente, trazendo diversos problemas de saúde e podendo causar até mesmo a infertilidade.

Mesmo após todas as campanhas para manutenção do sexo seguro, as infecções continuam a ser transmitidas, principalmente através do contato sexual oral, que se torna uma das formas mais recorrentes de contaminação.

É importante que as pessoas tomem os devidos cuidados durante as relações sexuais, para prevenir qualquer tipo de doença sexualmente transmissível. Práticas sexuais seguras, com uso de preservativo, podem evitar as infecções e permitir uma vida mais saudável, com sexo satisfatório.

Veja abaixo mais informação sobre as DSTs bacterianas e os seus sintomas e tratamentos:

Clamídia

Uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo é a clamídia. Em alguns casos, dependendo do grupo e da faixa etária, até 10% da população pode ser afetada.

Tanto homens quanto mulheres podem ser vítimas da infecção ou atuar como portador da bactéria que provoca a clamídia, a Chlamydia trachomatis.

Veja abaixo o ciclo de vida da clamídia:

ciclo-de-vida-da-clamidia

Os primeiros sintomas da clamídia começam a aparecer no período de entre uma e três semanas depois da infecção. No caso da infecção com a bactéria da clamídia, os sintomas nem sempre ocorrem ou podem ser associados à prática sexual. Depois do período de incubação, a pessoa infectada pode começar a sentir:

  • Coceiras e comichões nos órgãos genitais
  • Dor ou ardor, na mulher, durante a menstruação
  • Corrimento purulento no pénis
  • Corrimento purulento e viscoso, de cor amarelada, na vagina
  • Ardência ou desconforto ao urinar
  • Dor durante as relações sexuais

É importante, no entanto, destacar que os sintomas geralmente não são os mesmos para ambos os sexos.

Para o tratamento da clamídia, é necessário aplicar/tomar antibióticos que, dependendo da preparação escolhida e prescrita pelo médico, pode demorar até duas semanas para que a infecção seja totalmente erradicada. Os antibióticos mais utilizados no tratamento da clamídia são os seguintes:

O tratamento da clamídia deve seguir rigorosamente a prescrição médica, uma vez que, tanto em homens quanto em mulheres, a bactéria, se não eliminada, pode provocar a infertilidade. Além disso, a mulher deve tomar especial cuidado durante a gravidez, fazendo o acompanhamento médico adequado, se contrair a infecção nesse período.

Gonorreia

A gonorreia é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais contagiosas entre todas as dst's de origem bacteriana. Todos os anos, pelo menos 60 milhões de pessoas em todo o mundo são infectadas pela gonorreia.

As pessoas mais afetadas pela gonorreia estão na faixa etária dos 30 anos.

A gonorreia é provocada por gonococos. Como se trata de um tipo de bactéria mais agressiva, os primeiros sintomas podem começar apenas após dois ou três dias do contágio, situação que ocorre em 90% das pessoas infectadas.

Os sintomas da gonorreia apresentam-se como dores durante a menstruação, corrimento purulento e lácteo através do pénis ou da vagina, dores ao urinar e febre.

Veja no quadro abaixo os sinais e os sintomas da gonorreia:

gonorreia-sinais-e-sintomas

No tratamento da gonorreia, devido aos gonococos serem mais resistentes à ação antibiótica da penicilina, os principais medicamentos utilizados são os seguintes:

  • Cefalosporinas
  • Ciprofloxacina
  • Azitromicina e Cefixima
  • Gyrasehemmer
  • Ofloxacina
  • Levofloacacin

Dependendo da situação e do avanço da infecção, uma dose única é administrada em forma de comprimido ou de injeção intramuscular. Se a doença for detectada a tempo e o tratamento iniciado rapidamente, as possibilidades de cura são maiores, não havendo qualquer dano subsequente para a saúde do paciente.

Sífilis

A sífilis, também conhecida por cancro duro, é causada pela bactéria Treponema pallidum. Em todo o mundo, uma média de duas em cada 100 mil pessoas são afetadas pela sífilis a cada ano. Em alguns países, a sífilis tem sido uma das doenças sexualmente transmissíveis mais graves, principalmente naqueles onde a informação e a educação sexual não são tão aprofundadas.

Entre as doenças sexualmente transmissíveis, a sífilis é uma das mais perigosas, podendo provocar consequências mais graves, como acidente vascular cerebral, paralisia lenta, psicose ou demência.

A sífilis, nos séculos anteriores, foi responsável por milhões de casos fatais. Atualmente, mesmo no caso de tratamento médico, a doença ainda se apresenta como crónica, embora já não seja fatal. No entanto, vale destacar que, mundialmente, pelo menos 10% das pessoas infectadas morrem em decorrência das consequências provocadas pela infecção.

A sífilis é um tipo de infecção que ocorre em estágios distintos. A primeira fase da doença é a mais contagiosa, quando pode ser mais facilmente transmitida para parceiros descuidados. O risco de infecção decai nas fases seguintes, não sendo mais contagiosa nos dois últimos estágios.

Entenda como funciona os estágios da sífilis no corpo:

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Os sintomas da sífilis apresentam-se com pequenas úlceras indolores na borda dura da área genital, por onde a bactéria penetrou no organismo. Em seguida, tanto o homem quanto a mulher apresentam a secreção de um líquido que, embora incolor, é bastante contagioso.

Posteriormente, manifesta-se o inchaço dos linfonodos adjacentes, disseminando a bactéria pelo organismo e trazendo consequências mais graves, podendo atingir o sistema nervoso central e causando outras doenças decorrentes da infecção.

Para o tratamento da sífilis, o antibiótico mais utilizado é a Penicilina. A maior parte dos casos pode ser tratada com apenas uma injeção do antibiótico ou a administração de uma infusão. Além da Penicilina, outros antibióticos também podem ser utilizados:

  • Doxiciclina
  • Tetraciclina

Dependendo do estágio da doença, os antibióticos podem ser usados em doses diferenciadas e, no caso de infecção por sífilis, também o parceiro ou parceiros devem ser examinados e passarem pelo mesmo tratamento.

Vaginose bacteriana

A vaginose bacteriana é uma infecção genital, considerada como uma proliferação maciça de flora mista, incluindo Gardnerella vaginalis, peptoestreptococcus e Micoplasma hominis. Apesar de não se tratar especificamente de uma doença sexualmente transmissível, a transmissão pode ocorrer por via de relações sexuais.

A vaginose bacteriana é uma das principais causas do corrimento vaginal, sendo também a segunda causa da candidíase. A infecção provocada pelas bactérias desencadeia o desequilíbrio na flora vaginal, aumentando a concentração desses microrganismos.

Conheça a Gardnerella vaginalis, a principal bactéria causadora da vaginose bacteriana:

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Quando a mulher não faz qualquer tratamento, a vaginose bacteriana pode provocar problemas mais sérios, como as endometrites e salpingites, com a inflamação das trompas. No homem, não existem sintomas da doença.

Durante a menstruação, a vaginose bacteriana provoca um odor forte e desagradável, já que, nesse período, a ação das bactérias aumenta. É uma doença que ocorre principalmente nas mulheres em idade fértil, que usam DIU ou que são fumantes.

A vaginose bacteriana não oferece uma reação inflamatória, o que faz com que seu reconhecimento só possa ser percebido através de alguns sintomas, como, por exemplo:

  • Corrimento branco-acinzentado
  • Cheiro forte e desagradável
  • Pequenas bolhas em torno da vagina

O tratamento da vaginose bacteriana é feito normalmente com a aplicação de antibióticos, como o Metronidazol, em forma de comprimidos, que podem ser indicados em dose única ou, dependendo do caso, durante uma semana, com sete dias consecutivos. Além disso, o tratamento também pode ser feito com o uso de creme vaginal, durante 5 dias seguidos.

A Clindamicina também é um medicamento indicado para tratamento de vaginose bacteriana, devendo ser prescrito por um ginecologista. Em forma de comprimido ou de creme vaginal, o medicamento é uma boa opção nos casos de vaginose bacteriana recorrente ou para pacientes imunodeprimidos, como nos casos de infecção pelo HIV.

O tratamento da vaginose bacteriana deve ser feito de acordo com a recomendação médica. Embora não se trate de uma doença grave, a presença das bactérias pode provocar doença inflamatória pélvica ou aumentar o risco de desenvolvimento de doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia, por exemplo.

Micoplasma

O micoplasma é uma doença sexualmente transmissível, provocada pela bactéria Mycoplasma genitalium. Por ser uma doença recentemente descoberta, o seu diagnóstico pode ser mais difícil, uma vez que apresenta sintomas semelhantes à clamídia e à gonorreia, podendo, inclusive, desenvolver-se em conjunto com outras DSTs.

Veja abaixo a imagem das bactérias que causam micoplasma:

bacterias que causam micoplasma

Mulheres que apresentem vaginose bacteriana também podem ter micoplasma. A infecção é considerada uma das principais causas de uretrite não-específica em homens. Quando não tratado, o micoplasma pode levar as mulheres à cervicites e à uretrite, além de provocar infertilidade em ambos os sexos.

O micoplasma também é responsável por doenças como artrite reumatoide, inflamações alérgicas, pneumonia atípica, além de outras doenças, podendo ter ligação com algumas condições relacionadas ao sistema imunológico, como a esclerose múltipla e o diabetes, entre outras.

As pessoas infectadas com micoplasma normalmente não apresentam qualquer sintoma. Uma semana após a infecção, no entanto, podem surgir alguns deles, embora possa permanecer no organismo muitos meses sem se manifestar.

Os principais sintomas, mais comuns em homens, são a dor ou ardor na micção, corrimento na uretra e dor e inchaço nas articulações. Nas mulheres, também pode ocorrer dor e ardor ao urinar, dores durante as relações sexuais e prurido na vagina.

O micoplasma é difícil de ser diagnosticado, já que pode estar associado a outras doenças sexualmente transmissíveis. No entanto, após constatada a doença, o tratamento pode ser feito com antibióticos.

Entre os antibióticos mais utilizados e mais eficazes está a Azitromicina, recomendando-se 6 doses de 250 mg do medicamento, com dois comprimidos de 250 mg no primeiro dia, em apenas uma dose, e um comprimido por dia durante 4 dias consecutivos.

Uretrite não-específica

A uretrite não-específica é considerada uma doença sexualmente transmissível (DST), que pode desenvolver-se após uma relação sexual entre homens e mulheres, de sexo oral ou anal com parceiro portador da mesma infecção.

A doença também pode ser provocada pelo uso de objetos eróticos na vagina, por masturbação ou fricção mais vigorosa nos órgãos genitais, causando a inflamação da uretra.

A falta de tratamento da uretrite não-específica pode dar origem a complicações ou condições mais sérias, sendo que um dos maiores riscos, tanto no homem quanto na mulher, é a infertilidade.

A doença afeta diretamente a uretra, o canal que expele urina da bexiga e pode afetar ambos os sexos. Trata-se de uma infecção mais facilmente diagnosticada em homens do que em mulheres, uma vez que, na mulher, geralmente não aparecem sintomas da infecção. A maior parte dos casos de uretrite não-específica, no entanto, é provocada pela clamídia.

Os principais sintomas da uretrite não-específica, nos homens, são os seguintes:

  • Corrimento incomum no pénis;
  • Sensação de ardor ou dor ao urinar;
  • Necessidade constante de urinar;
  • Irritação no órgão genital;
  • Comichão e feridas na glande (cabeça do pénis);
  • Maior sensibilidade na área genital.

O diagnóstico da uretrite não-específica é bastante simples, não apresentando qualquer dificuldade. O médico deve tirar um esfregaço da uretra, usando uma ponta de algodão, além de solicitar uma amostra de urina.

Com testes laboratoriais, apresentando diagnóstico positivo, a primeira recomendação é que a pessoa infectada evite qualquer contato sexual, seja com parceiro constante ou temporários, até que a infecção desapareça. Os parceiros também devem ser avisados sobre o problema, evitando que sejam contaminados ou, no caso de já estarem, também serem submetidos a tratamento.

Dependendo do agente gerador da infecção, o médico poderá prescrever os medicamentos mais indicados para cada caso, como por exemplo a azitromicina e a doxiciclina. Os antibióticos e medicamentos para amenizar os sintomas são bastante comuns e, quando o tratamento é feito da forma correta, os resultados são satisfatórios.

Veja abaixo a imagem das bactérias causadoras da uretrite não-específica:

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Ureaplasma

O ureaplasma é uma infecção bastante comum, provocada pela bactéria Ureaplasma urealyctum, podendo afetar até 70% das pessoas, independentemente do sexo. Embora a maior parte dos casos de transmissão ocorra por contato sexual, o ureaplasma nem sempre é considerado como doença sexualmente transmissível, sendo classificado, na maior parte das vezes, como simples infecção bacteriana.

O ureaplasma é uma infecção bastante contagiosa, podendo ser transmitida pelo sangue, pela saliva ou pelo ar, além do contato sexual. Na maioria das vezes, trata-se de uma infecção que não apresenta qualquer tipo de sintomas, fazendo com que a pessoa, por não saber que está infectada, continue transmitindo a bactéria.

O ureaplasma pode-se tornar um precursor de doenças como uretrite e cistite. A bactéria está relacionada também com cervicites e abscessos tubo-ovarianos, podendo desempenhar papel causal em aborto espontâneo ou na perda precoce da gravidez.

O diagnóstico pode ser feito através de exames laboratoriais a partir da análise de secreções e urina. O tratamento consiste na aplicação de antibióticos como azitromicina, tetraciclina e eritromicina.

Quando diagnosticado com o ureaplasma, o paciente deve informar ao médico se possui alergia ao medicamento antes de fazer uso do mesmo e, durante o tratamento, não pode manter relações sexuais. O diagnóstico também deve ser feito no parceiro ou na parceira, que deve tomar o mesmo medicamento para evitar a contaminação ou complicações futuras.

O medicamento prescrito pelo médico deve ser tomado de acordo com as recomendações e pelo tempo determinado, sendo essa uma condição importante para que a bactéria seja totalmente eliminada do organismo.

Cancro mole

O cancro mole (ulcus molle), úlcera mole venérea ou cancróide é uma infecção que atinge, atualmente, pelo menos 7 milhões de pessoas todos os anos. A doença é mais rara em países mais desenvolvidos, havendo maior ocorrência da infecção provocada pela bactéria Haemophilus ducreyi nos países da África, da América Latina e do Sudeste Asiático.

O cancro mole apresenta úlceras nas áreas genitais, sendo que os homens são muito mais propensos a apresentar a doença do que as mulheres. As pacientes do sexo feminino tornam-se as principais agentes transportadoras da bactéria, sendo, portanto, em sua maior parte, pessoas infectadas de forma assintomática.

O cancro mole apresenta úlceras de aparência mole, com bordas irregulares e afiadas, com uma superfície purulenta. Até dez dias depois da infecção, surgem nódulos indolores na área genial, com tamanho entre um a dois centímetros.

Para o tratamento do cancro mole o antibiótico mais indicado é a Eritromicina, que deve ser tomado com uma dose diária durante pelo menos uma semana. Como tratamento alternativo, pode ser aplicado a ciprofloxacina, na medida indicada, também com uso diário por pelo menos 7 dias. Além disso, o paciente deve limpar as úlceras abertas em intervalos regulares.

Granuloma inguinale

O granuloma inguinale ou Donovanose é uma doença sexualmente transmissível de descoberta mais recente, tendo sido identificada pela primeira vez pelo botânico Charles Donovan, no ano de 1905.

A infecção é provocada pela bactéria Klebsiella granulomatis, podendo ser transmitida através do contato próximo da pele, em transmissão direta. No caso de transmissão sexual, a infecção pode ocorrer em práticas sexuais homossexuais, afetando, além dos órgãos sexuais, também a região anal. Depois da infecção, a doença leva de alguns dias até semanas para que os primeiros sintomas se manifestem.

Os sintomas da granuloma inguinale surgem como pequenos bulbos, de aparência dura e de cor vermelho-clara, não provocando dor, mas sim comichão.

O tratamento deve ser feito assim que o paciente apresente sintomas, tomando os devidos cuidados, mesmo depois de um tratamento que tenha se mostrado bem-sucedido, já que pode ocorrer recaída dentro de 18 meses a partir da aparente cura. Por isso, no caso desta infecção, é necessário fazer verificações periódicas de acompanhamento.

É importante destacar que os parceiros que mantiveram relações sexuais com a pessoa infectada nos últimos 40 dias antes do início dos sintomas também são afetados, devendo ser analisados e diagnosticados, passando também pelo tratamento. Até a completa cura das úlceras, é necessário que a pessoa infectada não mantenha relações sexuais.

Linfogranuloma venéreo

O linfogranuloma venéreo (LGV) é a inflamação do linfonodo venéreo. Esta inflamação, de forma geral, é crónica, afetando principalmente a área de drenagem linfática dos órgãos sexuais, tanto em homens quanto em mulheres.

A doença sexualmente transmissível clássica é provocada pelos sorotipos L1, L2 ou L3, bactérias que pertencem ao genótipo bacteriano da Chlamydia tracomatis, que são transmitidos exclusivamente através de relações sexuais.

Os sintomas mais comuns do linfogranuloma venéreo são úlceras e inchaço dos gânglios linfáticos, atingindo a região genial e causando normalmente dores, febre, problemas nas articulações, dores de cabeça, nos músculos e nos membros superiores e inferiores.

Além das dores e da febre, o linfogranuloma venéreo pode provocar náuseas, calafrios, inflamação crônica na área genital e causar infecção intestinal, se não houver tratamento imediato.

Caso o linfogranuloma venéreo seja detectado em seu estágio inicial, as possibilidades de cura são mais rápidas, utilizando tratamento direcionado com antibióticos. Na maior parte dos casos desse tipo de infecção, não há qualquer dano consequente, muito embora, da mesma forma que a clamídia, a falta de tratamento prescrito por um médico possa provocar a infertilidade.

Normalmente, o tratamento do linfogranuloma venéreo é feito no prazo de 3 dias, utilizando um dos seguintes antibióticos:

  • Azitromicina
  • Doxiciclina
  • Eritromicina
Fontes: