Priligy é um medicamento do grupo de inibidores seletivos da receptação da serotonina (ISRS). O medicamento é utilizado por homens entre 18 a 64 anos de idade para aumentar o tempo necessário da ejaculação. Como todo medicamento de prescrição, o Priligy pode causar certos efeitos colaterais no paciente. Leia aqui os efeitos colaterais que o medicamento pode causar, assim como as contraindicações e interações medicamentosas do medicamento.

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Priligy

  • A performance sexual poderá ser 200% a 300% vezes mais longa
  • Disponível nas doses de 30mg e 60mg
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O que é Priligy?

Ejaculação precoce é uma condição que afeta cerca de 30% dos homens mundialmente. A condição ocorre quando o homem regularmente ejacula após pouca estimulação sexual. Normalmente, é classificado como ejaculação precoce (ou PE) quando o indivíduo ejacula dentro de dois minutos desde o inicio da estimulação sexual. No entanto, esta condição pode ser tratada e controlada com o uso de medicamento; o medicamento mais comum para tratar a ejaculação precoce chama-se Priligy.

Priligy

Inicialmente, o medicamento Priligy foi desenvolvido como um antidepressivo, porém testes clínicos apontaram para o impacto significativo que a serotonina tem no tempo da ejaculação masculina. Desde então, o medicamento é usado para o tratamento de ejaculação precoce nos homens. Se o indivíduo sofre de ejaculação precoce, pode-se obter o medicamento Priligy com uma prescrição médica.

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Quais são os efeitos colaterais do Priligy?

O medicamento está disponível no mercado em doses de 30mg e 60mg. Como todo medicamento de prescrição, o Priligy (dapoxetina) pode causar alguns efeitos colaterais no paciente. Porém, os efeitos não afetam a todos que consumem o medicamento.

Dapoxetina tem um efeito de curta duração no sistema nervoso do paciente, o que resulta numa redução significativamente na intensidade de quaisquer possíveis efeitos colaterais, tornando-se uma maneira segura e eficaz de tratar a ejaculação precoce.

Contudo, existem alguns efeitos colaterais que o medicamento pode causar:

  • Efeitos colaterais neurológicos: dores de cabeça são um efeito colateral bastante comum do Priligy, mas geralmente são leves e breves. Desorientação é menos comum, e os efeitos colaterais relacionados ao humor, como depressão e irritabilidade, são muito raros.
  • Efeitos colaterais na cabeça: boca seca e visão turva são comuns. Comichão na pele podem ocorrer, porém este efeito é menos comum.
  • Efeitos colaterais cardiovasculares: estes efeitos colaterais são raros, mas é possível que algumas modificações na pressão sanguínea pode ocorrer.
  • Efeitos colaterais gástrico: náusea é um efeito colateral comum de muitos medicamentos de prescrição, e o Priligy não é uma exceção. Problemas intestinais são muito raros.

Veja abaixo a lista completa de possíveis efeitos colaterais do Priligy. Se qualquer um destes efeitos colaterais persistirem, o paciente deve buscar assistência médica, pois neste caso o médico poderá recomendar um tratamento alternativo, ou simplesmente diminuir a dose.

Efeitos Colaterais do Priligy
Comuns Incomuns Raros
Dor de cabeça Desorientação Tontura
Boca seca Depressão Sono
Náusea Alterações na pressão sanguínea Problemas intestinais
Irritabilidade Dores no peito e nos músculos Mudança de humor
Visão embaçada Alteração do paladar Convulsões

Contraindicações do Priligy

O medicamento Priligy é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade à substância ativa do medicamento (dapoxetina), ou a qualquer um dos excipientes do medicamento.

O Priligy também é contraindicado para pacientes com condições cardíacas patológicas significativas, tais como:

  • Insuficiência cardíaca (classes II-IV da NYHA).
  • Anormalidades de condução (bloqueio AV de segundo ou terceiro grau, ou síndrome do nódulo sinusal) não tratados com um pacemaker permanente.
  • Doença cardíaca isquêmica crônica.
  • Doença de válvula cardíaca.

O medicamento não é indicado para o uso em mulheres.

Priligy em pacientes com depressão

Se o paciente entre 18 – 24 anos de idade tem uma história de depressão grave, como transtorno depressivo maior (TDM) e/ou outras desordens psiquiátricas, o medicamento não é recomendado. Em estudos clínicos de curto prazo, medicamentos da classe de inibidores de recaptação da serotonina (ISRS) demonstraram um aumento no risco de pensamentos suicidas e ideação suicida em crianças, e adolescentes, com estas condições.

Pacientes com sinais e sintomas de depressão devem ser avaliados por um médico antes de iniciar o tratamento com o medicamento Priligy para suprimir perturbações depressivas não diagnosticadas. Descontinuar o tratamento para a depressão ou ansiedade para iniciar o tratamento para EP com o Priligy não é recomendado.

O medicamento Priligy não é indicado para pacientes com distúrbios psiquiátricos, e não deve ser consumido por pacientes com estes distúrbios, tais como esquizofrenia, ou em pacientes que sofrem com a depressão comórbida, para evitar o agravamento dos sintomas.

Se durante o tratamento do Priligy o paciente sofrer quaisquer pensamentos e sentimentos perturbadores, ou sintomas de depressão, o tratamento deve ser interrompido imediatamente.

Priligy com Álcool e Drogas recreativas

O consumo simultâneo do Priligy com drogas recreativas com atividade serotoninérgica, tais como cetamina, metilenodioximetanfetamina (MDMA) e dietilamida do ácido lisérgico (LSD), podem levar a reações potencialmente graves. Portanto, o medicamento Priligy não deve ser utilizado em combinação com drogas recreativas.

Além disso, a combinação do álcool com o Priligy pode aumentar os efeitos neurocognitivos relacionados ao álcool, também aumentando o risco de eventos adversos tais como síncope, e o risco de lesões acidentais. Portanto, pacientes são aconselhados a evitar o consumo do álcool durante o tratamento com o Priligy.

Quais são as interações medicamentosas do Priligy?

O Priligy não deve ser consumido simultaneamente com os seguintes medicamentos:

Interações medicamentosas negativas com o Priligy
IMAO (Inibidores da monoamina oxidase) ISRSs (Inibidores Específicos da Recaptação da Serotonina)
IRSNs (Inibidores da recaptação da serotonina e noradrenalina) ATDs (Antitireoidiano, um fármaco antagonista dos principais hormônios da tireoide)
Thioridazine (usado para o tratamento de esquizofrenia e psicose) Lítio (proporciona efeito antioxidante e protetor para os sintomas de transtorno bipolar em portadores da doença)
Zyvox (Linezolida, um antibiótico sintético de amplo espectro) Triptofano (para o tratamento da depressão e do estresse)
Erva de São João (Hipérico ou Hipericão para tratar depressões, quadros de nervosismo e inquietação) Tramadol (usado como analgésico de ação central)
Medicamentos/produtos à base de plantas com efeitos serotoninérgicos Medicamentos/produtos inibidores potentes da CYP3A4

Se o paciente tiver consumido qualquer um dos medicamentos listados acima, o paciente terá que esperar 14 dias depois de consumir o medicamento para começar o tratamento com dapoxetina (Priligy). Acima disto, quando o paciente terminar o tratamento do Priligy, terá que esperar 7 dias, depois do último comprimido consumido, para consumir qualquer um dos medicamentos acima.

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Fontes: